quinta-feira, 16 de setembro de 2010

PALAVRA DO PR ROBERTO JORGE



Família - O Papel da Esposa

Doutrina: Família – O Papel da Esposa

Leitura: Ef 5.22-33

Posição bíblica da esposa regenerada – auxiliadora, ajudadora (Gn 2.18). O fato de ser mulher não lhe faz um tipo de cristão diferente, mas o fato de ser cristã lhe faz uma mulher diferente.

TIPOS DE ESPOSA

• Resignada – se conforma com tudo, já casou.
• Nervosa – agitada, preocupada, ansiosa.
• Malcriada – grita, responde, ameaça.
• Opiniosa – voluntariosa, iracunda, emburrada.
• Punidora – vingativa, pune o marido até no sexo.
• Fofoqueira – fala mal de todo mundo, leva e trás.
• Irresponsável – imatura, não assume responsabilidade
• Perdulária – sem moderação, gasta sem poder; enganadora.
• Ciumenta – complexada, insegura.
• Reclamadora – murmuradora, injusta.
• Relaxada – não cuida da aparência, nem da casa.
• Preguiçosa – dorme demais, sempre cansada.
• Dominadora – autoritária, controla o marido.
• Ideal – amorosa, carinhosa, trabalhadora, previdente, econômica, obediente, fiel, ajudadora, prudente, piedosa.
É difícil encontrar uma mulher virtuosa (Pv 31.10)
VIRTUOSA: Qualidades excelentes: espirituais (cheia do Espírito)
Morais (caráter burilado) - Pv 12.4
Sociais (vida em grupo, relacionamento)
Funcionais (desempenha no trabalho faz tudo com capricho)
Domésticas (apaziguadora não contenciosa).

DEVERES DA ESPOSA REGENERADA

• Submissão (Ef 5.22,24; Cl 3 18; 1 Pe 3.1; Tt 2.5)
• Testemunho de disciplina (1 Pe 3.2)
• Obediência (1 Pe 3. 6)
• Respeitar, reverenciar o marido (Ef 5.33)
• Edificar o lar (Pv 14.1). Material usado para edificar: Amor (1 Co 8.1); Sabedoria (Pv 24.3).
• Ser prudente (Tt 2.4)
• Amar o marido (Tt 2.4)
• Ser moderada (Tt 2. 5)
• Pura, casta (Tt 2.5)
• Boa dona-de-casa (Tt 2.5)
• Agradar ao marido (1 Co 7.34)
• Abençoar o marido verbalmente (Mc 11.25)
• Ter espírito manso (1 Pe 3.4)
• Falar com doçura (Ct 4.3; Pv 16.22)
• Cuidar da roupa do marido regando com oração (1 Ts 5.17)
• Guardar a sua vinha – família (Ct 1.6)

Ao estabelecer a família Deus estabelece diferentes funções para o homem e a mulher. Uma senhora crente foi entrevistada na televisão, a entrevistadora perguntou: Quem é que manda em sua casa? Ela respondeu: Meu marido. A comentarista continuou, e quem decidiu? Ela respondeu: Eu. Fui eu quem decidiu quem seria o chefe lá em casa. Ele é “o cabeça” da nossa família.

O que significa submeter-se? Significa colocar-se sob a autoridade de alguém (não implica na inferioridade do que se sujeita e nem na superioridade do que esta em autoridade – TRATA-SE DE FUNÇOES E NÃO DE PODER). Sujeitar–se, essa passagem sugere que a submissão é dar-se incondicionalmente para completar o outro, sacrificar-se para fazer com que o relacionamento entre ambos seja saudável. O papel da esposa é apoiar, ajudar e submeter-se ao marido no desempenho dessa missão (guiar a família a Deus é papel do marido).

Conceitos errados sobre a submissão da mulher:

1) Não é ser escrava, mas sim, ser livre e com inteligência;
2) Não é perda de opinião. A esposa continua com sua própria opinião formada, ela não muda, o que muda é a forma de agir. Com prudência, humildade e sabedoria;
3) Não é sentir-se inferior, mas saber se colocar no momento e ocasião certa, sem atropelos.

Razões para submeter-se:

• Paulo diz que a esposa deve sujeitar-se ao marido como ao Senhor. Foi o Senhor quem determinou assim e por amor e reverência a Ele, a esposa deve acatar seus mandamentos. Ele está sempre presente no relacionamento e tudo observa, se a esposa não for uma fiel discípula de Jesus, cultivando uma vida cheia do Espírito e em comunhão com Deus ela terá sérias dificuldades em submeter-se ao marido.
• Testemunho: A esposa crente que se submete ao marido é diferente das esposas que não temem nem amam ao Senhor. Essa diferença poderá ser a porta para um testemunho evangelístico, ela poderá dizer que essa submissão ao marido é por causa do seu Senhor e daí prosseguir testemunhando do poder e amor de Cristo.
Certa vez uma mulher disse ao pastor de sua igreja: Meu marido é terrível, autoritário e mandão. Ele respondeu: Minha irmã, o casamento é como uma escada. O seu marido esta um degrau acima de você e você um degrau abaixo. Se você quer ficar no lugar dele então ele sobe mais um degrau. Toda vez que você quiser tomar a posição do seu marido, ele sobe mais um degrau, e vai ficando pior para assegurar sua própria posição, talvez você tem sido a causadora da sua própria infelicidade.

Algumas características da submissão:

1) É parte da natureza feminina (Gn 2.18): “… far-lhe-ei uma adjuntora”. Quem ajuda não é o chefe, mas sim, o auxiliar;
2) É caracterizada por um bom comportamento (1 Pe 3.1): deve ganhar o marido sem palavra, pelo procedimento, ou seja, pelo comportamento;
3) É o modo pela qual Deus pode trabalhar na vida do marido (PV 31.12): “Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias de sua vida”.

Como todo mandamento de Deus a submissão nos traz também a benção de Deus.

• Uma mulher submissa tem de seu esposo a PROTEÇÃO E SEGURANÇA;
• Através da submissão ela alcança realização pessoal, apesar de parecer contraditório;
• Ela leva a uma deliciosa HARMONIA NO LAR.
• Quando se é submissa, torna-se exemplo para as mais novas e para o mundo.
• Transforma-se em verdadeiro exemplo como mãe e esposa aos filhos (as), lembrando que os filhos reproduzirão o que os pais são hoje.
A Esposa é uma Auxiliadora Idônea (Gn 2.18)
Significa uma mulher que esteja ao lado do esposo; não é abaixo nem acima, é ao lado. Para que isso se torne uma realidade, é necessário que haja uma dose de desprendimento, carinho, renúncia e acima de tudo MUITO AMOR.

1. Auxiliadora no sentido afetivo. Ela é a mulher de um só homem, o seu marido, a quem se entrega com amor e inteireza de coração.
2. Auxiliadora no sentido social. Como tal, ela contribui no sentido de conservar a imagem do seu marido como um homem de bem diante da igreja e da sociedade, das quais são inseparáveis.
3. Auxiliadora no sentido profissional. Quando as coisas vão mal na área profissional todo marido espera encontrar apoio na esposa, que lhe falta por parte dos amigos. Deste modo o apoio da esposa é de singular importância; pois, ela pode levar o marido a superar as crises de maneira positiva.
4. Auxiliadora no sentido espiritual. Quando o marido se sente cansado e ofegante na caminhada, a esposa por sua vez deverá agir como o “bom samaritano”. O auxilio espiritual da mulher cristã pode e deve oferecer ao seu marido, é tal qual um investimento cujo retorno se dará sem demora.

OS DEZ MANDAMENTOS PARA A ESPOSA

I. AMARÁS O SENHOR TEU DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO, E A TEU MARIDO SOMENTE UM POUQUINHO A MENOS DO QUE AMAS A DEUS .- Dt 6.5
II. ALEGREMENTE TE SUBMETERÁS A TEU MARIDO, TUA CABEÇA, COMO AO SENHOR.- Ef 5.22
III. GUARDARÁS TUA LÍNGUA COM TODA DILIGÊNCIA, TENDO O CUIDADO DE ABENÇOAR TEU MARIDO, VERBALMENTE, PELO MENOS UMA VEZ POR DIA E NUNCA DISCUTIR ABERTAMENTE DETALHES ÍNTIMOS DO RELACIONAMENTO AMOROSO – Pv 31.26, 11.16
IV. CONSERVARÁS UM CORAÇÃO ALEGRE EM TUDO QUE TIVERES DE FAZER DURANTE O DIA – Pv 17.22
V. AFASTARÁS DE TI UMA NATUREZA CIUMENTA OU EGOÍSTA - Pv 6.34
VI. PREFERIRÁS TEU MARIDO A QUALQUER OUTRO (nunca comparando diminutivamente a outros homens) E SINCERAMENTE O ADMIRARÁS E REVERENCIARÁS – EF 5.33
VII. DILIGENTEMENTE MANTERÁS O TEU LAR E A TI MESMA ATRAENTES, LEMBRANDO QUE NÃO DEVES SOMENTE GANHAR O AMOR DO TEU MARIDO, MAS TAMBÉM CONSERVÁ-LO – Pv 31.27
VIII. DARÁS VALOR ÀS TUAS VIRTUDES FEMININAS MAIS DO QUE A PRÓPRIA VIDA – Pv 12.4
IX. INSPIRARÁS A TEUS FILHOS UM AMOR, RESPEITO E REVERÊNCIA A SEU PAI – Pv 22.6
X. NÃO SERÁS RABUGENTA – Pv 25 : 24


Família - O Papel do Esposo

Doutrina: Família – O Papel do Esposo

Leitura: Ef. 5.22-33.

Deus estabeleceu papéis diferentes para os membros da família. Esposos e esposas têm seus deveres e direitos. Ser bem casado é uma bênção. A esposa é considerada um bem, na Bíblia (Pv 18.22). A esposa prudente vem do Senhor (Pv 19.14). Agradeça a Deus por ela!
Posição bíblica do marido – Liderança (Ef 5.23,1Co.11.3).
O significado da palavra “cabeça” significa degrau, ordem, classe, posição. E esta é a ordem de Deus para com a família. Isto não significa a superioridade do homem sobre a mulher, porque Deus e Cristo são iguais, mas com diferentes papéis, ou seja, responsabilidades distintas. O pai tem uma posição mais alta do que o filho.

TIPOS DE LIDERANÇA EXERCIDAS POR MARIDOS

1. Ditador – cruel, tirano, é quem manda.
2. Democrático – pondera mais não decide, faz votação.
3. Teimoso – é perfeito, nunca admite quando erra.
4. Insensível – indiferente, mau, torturador.
5. Agente Secreto – governa sem que haja qualquer tipo de comunicação; magoa com o silêncio.
6. Bomba Relógio – a família nunca sabe quando vai explodir; grita, ameaça, escandaliza.
7. Crítico – só acha motivo para criticar; elogiar nunca.
8. Negligente – é gastador, não leva a família a sério.
9. Indeciso – não toma decisão, se a esposa toma se aborrece.
10. Hipócrita – fala bem da mulher só na frente dos outros, em casa a maltrata.
11. Ciumento – desconfiado, inseguro.
12. Desequilibrado – ora negligente, ora ditador (vive nos extremos).
13. Preguiçoso – é galã, sustentado pela mulher.
14. Ideal – amoroso, provedor, protetor, piedoso, previdente, fiel, trabalhador, gentil, cavalheiro, firme nas atitudes.
Para liderar na Casa de Deus precisa liderar na família (1Tm. 3.2-5).

DEVERES DO MARIDO REGENERADO

• Amar a esposa (Ef.5.25 a 29; Cl. 3.19)
Como amar: perdoando, sem criticá-la, sem humilhá-la, sem envergonhá-la, sem jogar os defeitos em rosto, declarando amor com palavras e atitudes; como Cristo trata o homem, o homem deve tratar a sua esposa.
PORQUE AMAR: Porque ama a si mesmo (Ef 5.28)
Porque são irmãos em Cristo (Ef 5.30)
Porque os dois são uma só carne (Ef 5.31)
Porque Deus os ajuntou ( Mt 19.6)
• Dar felicidade (Dt.24.5)
• Dar lazer a esposa (Jo 10.23 ; Ct. 7,11,12).
• Estar juntos sempre que possível (Gn 2.18; Mc 10.8)
• Dar mesada (ofertas).
• Elogiar (Pv 31.28,29).
• Honrar a esposa (1 Pe 3.7) coabitar = compreender, conhecer, conviver juntamente.
• Tomar cuidado com as palavras (Gn 31.32, 35; 35.19). Falar sempre a verdade (Cl 3.9)
• Abençoar sua casa (2 Sm. 6.20).
• Ter tempo para a esposa (Ec 3.1).
• Colaborar nas tarefas do lar (Is 41.6)
• Orar juntos (Mt 18.19)
• Despedir-se sempre com um beijo, um gesto de ternura. Pode ser a última despedida.
• Suportar as dificuldades; Cuidar como se estivesse cuidando de si próprio (Ef 5.28-30; 1 Tm 5.8).

PRIORIDADES DO MARIDO

Ser presente no lar
Filhos antes dos amigos
Amar pessoas antes de coisas
Esposa antes de si mesmo
O lar antes da profissão
Coisas espirituais antes de coisas materiais
A esposa antes dos filhos
A esposa antes da mãe (Gn 2.24).
Família antes da igreja
Falta de amor e de honra fazem uma esposa definhar, causa doenças emocionais (1 Co 7.3,4).
Ao liderar é importante que o marido saiba:
• Amar – saber demonstrar amor não significa fraqueza, muito pelo contrário. Na liderança regada de amor, as oposições são quebradas;
• Estabilizar as Emoções – se o descontrole partir de quem está à frente da família, os liderados sentirão angústia e insegurança, não conseguindo assim estabelecer um vínculo de harmonia;
• Ser Sacerdote – ao homem cabe a liderança espiritual da casa, portanto, para que isto aconteça efetivamente é necessário um comprometimento dele com Deus e a sua Palavra, além de uma coerência entre o seu falar e o seu agir.
• Ser o Provedor Financeiro – apesar de hoje ser comum a mulher dividir esta tarefa, seria conveniente que esta provisão ficasse a cargo do marido. Mas há de se ter muito cuidado para não gerar um descontrole na vida financeira do casal.
O esposo tem autoridade delegada por Deus.
O que autoridade não é:
a) Não é ditadura. Muitos homens há que interpretam erradamente (Ef 5:23) para justificar atitudes e comportamento autoritários no casamento. Gritam, mandam, exigem obediência com tamanha imposição, capaz de ser olhado com medo e não com amor, pela esposa e pelos filhos.
b) Não é garantia de respeito automático. É verdade que foi Deus quem determinou tivesse o marido autoridade no lar. Exercê-la, entretanto, requer sabedoria, ou a família lhe negará o devido respeito. Respeito gera respeito.
c) Não é individualismo. Autoridade não quer dizer que o marido tem de tomar todas as suas decisões sozinho. Embora chefia envolva autoridade, isto não implica que a esposa deva ser alijada sob a alegação de que ela é incapaz de decidir ou de influenciar o marido nas suas decisões.
O que é autoridade
a) É responsabilidade. Ser o cabeça do lar é mais do que uma questão de simples autoridade, é uma questão de responsabilidade. Uma vez que Deus criou Eva ajudadora de Adão, este como “cabeça” da família é responsável perante Deus.
b) É liderança. Liderança requerida em todos os momentos da vida conjugal. É claro que o marido precisa ser comedido ao exercê-la, não ser irritado, autoritário, mas, evidenciando humildade e constante submissão a Jesus Cristo, o Senhor da sua vida e do seu lar.
c) É exemplo. A autoridade está baseada num paradoxo: “Se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos”.(Mc. 9;35). Jesus mostrou este princípio lavando os pés aos discípulos. É um ato que tipifica o modo certo de exercer autoridade, isto é, ela não se fundamenta em orgulho, prepotência, ou autoconfiança, mas em humildade.

OS DEZ MANDAMENTOS PARA O MARIDO

1. AMARÁS AO SENHOR TEU DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO, E À TUA MULHER COMO CRISTO AMOU A IGREJA. – Dt 6.5, Ef 5.25.
2. ALEGREMENTE CUMPRIRÁS O TEU DEVER DE PROVEDOR DO LAR, TRABALHANDO E COM O SUOR DO TEU ROSTO COMERÁS O TEU PÃO. – Gn 3.19.
3. PROTEGERÁS A TUA MULHER COM TODAS AS TUAS FORÇAS, TUDO FAZENDO PELO SEU BEM-ESTAR E SEGURANÇA. – Lc 12
4. DARÁS HONRA A TUA MULHER COMO VASO MAIS FRACO, COABITANDO COM ELA COM ENTENDIMENTO. – 1 Pe 3.7
5. VIGIARÁS CONSTANTEMENTE PARA NÃO DESEJARES A MULHER DO TEU PRÓXIMO.
6. NÃO DARÁS LUGAR AO CIÚME EM TUA MENTE, PROCURANDO SER PURO EM TODAS AS COISAS. – Tt 1.15
7. MANTERÁS SEMPRE O TEU BOM HUMOR E NÃO TE IRRITARÁS COM TUA MULHER. – Cl 3.19
8. PROCURARÁS TER TEMPO PARA CONVERSAR COM TUA MULHER, SABENDO QUE ELA TEM NECESSIDADE DE EXPRESSAR O QUE LHE VAI NA ALMA. – Ec 3.1
9. NÃO MENTIRÁS A TUA MULHER, NEM FARÁS QUALQUER NEGÓCIO SEM QUE ELA PARTICIPE, PROCURANDO COMBINAR COM ELA E OUVIR SUA OPINIÃO, COMO A AUXILIADORA. – Zc 8.16
10. NÃO SERÁS AVARENTO (PÃO DURO). – Ef 5.5.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

PALAVRA DO PR. ROBERTO JORGE




ESTUDO BIBLÍCO : TEMA - DEUS PROCURA HOMENS QUE...
TEXTO : JZ 6 : 11-12
SEJAM VALOROSOS, COMO GIDEÃO
Então, o Anjo do SENHOR veio e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas. - Então, o Anjo do SENHOR lhe apareceu e lhe disse: O SENHOR é contigo, varão valoroso.
Juízes 6. 11 e 12
Certamente, o “SENHOR” (v. 14), e o “anjo do SENHOR” (v. 12), são a mesma pessoa neste caso aqui. Os teólogos chamam essa forma de manifestação divina, de “teofania”, i.e., uma manifestação de Deus em forma física.
Todos que, como Gideão, procuram com toda dedicação servir a Deus, terão a presença atuante, dinâmica, de Deus com eles. Aos crentes do NT, o próprio Senhor Jesus fez esta promessa (Mt. 28. 19, 20).
SEJAM HUMILDES, COMO MOISÉS
Vá, pois, agora; eu o envio ao faraó para tirar do Egito o meu povo, os israelitas. - Moisés, porém, respondeu a Deus: “Quem sou eu para apresentar-me ao faraó e tirar os israelitas do Egito?” - Deus afirmou: “Eu estarei com você. Esta é a prova de que sou eu quem o envia: quando você tirar o meu povo do Egito, vocês prestarão culto a Deus neste monte”.
Ê xodo 3. 10 a 12
Moisés não era apenas Moisés; ele era o Moisés em quem Deus estava cumprindo o Seu propósito. Esse é um segredo universal de homens verdadeiramente grandes. Eles são capacitados mediante a presença e o poder divino. O projeto era de Deus, e não de Moisés. Moisés seria apenas um instrumento. Naturalmente, suas habilidades naturais e seu conhecimento seriam usados no plano. Ele não seria apenas uma marionete.
ANDEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS, COMO DAVI
“ ...O SENHOR não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o SENHOR vê o coração”. - ...Então o SENHOR disse a Samuel: “É este! Levante-se e unja-o”. - Samuel apanhou o chifre cheio de óleo e o ungiu na presença de seus irmãos, e, a partir daquele dia, o Espírito do SENHOR apoderou-se de Davi. E Samuel voltou para Ramá.
I Samuel 16. 7b, 12b e 13
“...o Senhor vê o coração...” O homem vê a aparência de uma pessoa ou coisa, e assim faz julgamentos precipitados. Mas Deus vê a realidade do homem ou coisa, e faz um juízo verdadeiro. É freqüentemente verdadeiro que as aparências enganam. Os homens são facilmente enganados e atos tolos ocorrem por causa de decepções.
“...levante-se e unja-o....” Já em tenra idade, Davi cultivava um coração voltado para Deus como seu pastor espiritual (ver Sl. 23). O fiel coração de Davi diante de Deus (v.7) foi a razão da sua escolha, por Deus, para ser o próximo rei de Israel.
“...o Espírito do Senhor apoderou-se de Davi...” 1) – Multiplicou-se a capacidade de Davi (17. 33-37); 2) – Aumentou-se-lhe a inteligência e a perspicácia (18. 5; ver 17. 34-36 e 49-50).
“O efeito da descida do Espírito do Senhor sobre Davi foi que o jovem pastor cresceu para tornar-se um herói, um estadista, um erudito, um sábio, um rei de profunda visão
PREGUEM E SOFRAM PELO NOME DE JESUS, COMO PAULO
Mas o Senhor disse a Ananias: “Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel. - Mostrarei a ele o quanto deve sofrer pelo meu nome”. - Então Ananias foi, entrou na casa, pôs as mãos sobre Saulo e disse: “Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que lhe apareceu no caminho por onde você vinha, enviou-me para que você volte a ver e seja cheio do Espírito Santo”.
Atos 9. 15 a 17
“...instrumento escolhido...” “Um vaso escolhido, selecionado. O genitivo de qualidade é muito comum no idioma hebraico, como também no grego “koiné” vernáculo. O Senhor Jesus escolheu a Saulo, antes deste ter escolhido ao Senhor Jesus. E o próprio Paulo, já apóstolo, sentia ser um vaso de barro (ver II Cor. 4. 7), indigno de encerrar tão grande tesouro.
“...sofrer pelo meu nome...” A conversão de Paulo incluiu não somente uma ordem para pregar o evangelho, mas também uma chamada para sofrer por amor a Cristo. Paulo foi informado desde o início que ele sofreria muito pela causa de Cristo. No reino de Cristo, sofrer por amor a Ele é um sinal do mais alto favor de Deus (14. 22; Mt. 5. 11, 12; Rm. 8. 17; II Tm. 2. 3). A morte precisa atuar no crente para que a vida de Deus flua dele para os outros (Rm. 8. 17, 18, 36, 37; II Co. 4. 10-12).
“...cheio do Espírito Santo...” Três dias depois da sua conversão, Paulo recebeu a plenitude do Espírito Santo. A experiência de Paulo forma um paralelo com a dos discípulos no dia de Pentecoste. Primeiro, a sua experiência do novo nascimento; a salvação (ver vv. 3-19 nota; depois ser “cheio do Espírito Santo” (v. 17).
SEJAM OBEDIENTES, COMO ABRAÃO
Pela fé, ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado, sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. - Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar.
Hebreus 11. 17 e 18
A fé e a obediência são inseparáveis entre si, assim como também são inseparáveis a incredulidade e a desobediência.
A obediência de Abraão certamente sacrificaria todo o seu bem-estar. Não fora Deus a fazer a intervenção, o plano teria sido executado. A literatura judaica alude a esse acontecimento como o último e mais severo dos dez testes apresentados a Abraão. (Ver Pirke Aboth 5:4). A fé foi o fator que levou à vitória, nos nove primeiros testes, menos severos; e também foi o fator para obtenção da vitória no teste mais severo de todos; a fé conferiu a Abraão seu melhor momento de obediência.
TENHAM FÉ, COMO NOÉ
Pela fé Noé, quando avisado a respeito de coisas que ainda não se viam, movido por santo temor, construiu uma arca para salvar sua família. Por meio da fé ele condenou o mundo e tornou-se herdeiro da justiça que é segundo a fé.
Hebreus 11. 7
A fé impulsiona diferentes pessoas para diferentes coisas. Noé construiu uma arca e escapou a um horrendo julgamento. A fé nos impelirá a fazer algo que será o cumprimento da vontade de Deus a nosso respeito. Pois nossas missões, que são ímpares para cada um de nós, exigem uma expressão ímpar de fé. Além disso, as responsabilidades individuais, e os diferentes deveres do dia a dia, exigem uma manifestação especial de fé.
O NT também declara que Noé não somente era justo, como também pregador da justiça (2 Pe. 2.5). Nisso, ele é exemplo do que os pregadores devem ser.
SEJAM ÍNTEGROS, COMO JÓ
Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e este era homem sincero, reto e temente a Deus; e desviava-se do mal. Jó 1.1.
Nunca darei razão a vocês! Minha integridade não negarei jamais, até a morte. - Manterei minha retidão, e nunca a deixarei; enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá.
Jó 27. 5 e 6.
1– O temor de Deus e o desviar-se do mal são o fundamento da vida irrepreensível e da retidão de Jó (cf. Pv. 1. 7). “Sincero” refere-se a integridade moral de Jó e à sua sincera dedicação a Deus; “reto” denota retidão nas palavras, nos pensamentos e atos. (2) – Esta declaração da retidão de Jó é reafirmada pelo próprio Deus no versículo 1.8 e em 2.3 onde, claramente, se vê que Deus, pela sua graça, pode redimir os seres humanos caídos, e torná-los genuinamente bons, retos e vitoriosos sobre o pecado.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

PALAVRA DO PR. ROBERTO JORGE




PALAVRA DO CULTO DE ENSINAMENTO TERÇA DIA 15/07/2010

O FIEL SERÁ ABENÇOADO



O FIEL SERÁ COBERTO DE BÊNÇÃOS
O HOMEM FIEL SERÁ CUMULADO DE BÊNÇÃOS, MAS O QUE SE APRESSA A ENRIQUECER NÃO PASSARÁ SEM CASTIGO.
Provérbios 28.20

O homem fiel será cumulado de bênçãos. O homem que merece confiança não empregará esquemas que tentem levá-lo à riqueza rápida. Antes, procurará ser um trabalhador árduo, obtendo seu ganho pela força do trabalho. De acordo com ele, esse é o homem que tem sabedoria e entendimento. Apesar de não enriquecer, não lhe falta coisa alguma; pelo contrário, ele obtém muitas bênçãos com o labor das próprias mãos, da parte de outros homens, que aprovam a sua conduta, e também da parte de Deus, que controla todos os acontecimentos.

SEJA FIEL EM TUDO
QUEM É FIEL NO MÍNIMO TAMBÉM É FIEL NO MUITO; QUEM É INJUSTO NO MÍNIMO TAMBÉM É INJUSTO NO MUITO.
Lucas 16.10

Nossa integridade é freqüentemente provada em assuntos relacionados ao dinheiro. Deus nos chama para sermos honestos, mesmo em pequenos detalhes que possamos facilmente ignorar. A riqueza celestial é muito mais valiosa do que a terrena. Mas se não formos fidedignos com nosso dinheiro neste mundo (não importa se temos muito ou pouco), estaremos desqualificados para lidar com a grande riqueza do Reino de Deus. Tenha o cuidado de manter a sua integridade em todos os assuntos, quer grandes quer pequenos!

SEJA FIEL, VOCÊ NÃO ESTÁ SÓ
SALVA-NOS, SENHOR, PORQUE FALTAM OS HOMENS BENIGNOS; PORQUE SÃO POUCOS OS FIÉIS ENTRE OS FILHOS DOS HOMENS.
Salmos 12.1

Viver para Deus em um mundo enganoso pode ser uma batalha difícil e solitária. Certa vez o grande profeta Elias se sentiu só que quis morrer. Mas Deus disse-lhe que existiam outros sete mil servos fiéis (1 Rs 19.4,14,18). Nunca estamos sós em nossa batalha contra o mal. Quando você sentir-se solitário, procure outros cristãos para encontrar força e apoio.

SEJA CONHECIDO COMO UM “FIEL”
PAULO, APÓSTOLO DE JESUS CRISTO, PELA VONTADE DE DEUS, AOS SANTOS QUE ESTÃO EM ÉFESO E FIÉIS EM CRISTO JESUS: - A VÓS GRAÇA E PAZ, DA PARTE DE DEUS, NOSSO PAI, E DA DO SENHOR JESUS CRISTO.
Efésios 1.1,2

“Fiéis em Cristo Jesus” – Esse título seria uma honra para qualquer crente. O que seria necessário para que os outros lhe caracterizassem como um fiel seguidor de Cristo Jesus? Mantenha-se firme em sua fé, dia após dia, obedeça fielmente a Deus até nos detalhes da vida. Agindo assim, você ficará conhecido como um fiel seguidor do Senhor Jesus Cristo, como os efésios.

SEJA FIEL, UM DIA VOCÊ PRESTARÁ CONTAS A DEUS
PORTANTO, QUE TODOS NOS CONSIDEREM COMO SERVOS DE CRISTO E ENCARREGADOS DOS MISTÉRIOS DE DEUS. – O QUE SE REQUER DESTES ENCARREGADOS É QUE SEJAM FIÉIS.
1 Coríntios 4.1,2

Alguns líderes se preocupam de forma exagerada com o seu desempenho em comparação com o dos outros. Paulo exorta os crentes a lembrar que, quando prestarem contas a Deus, tudo que Ele vai querer ver é fidelidade (v. 2). Isso é algo que todo líder pode cultivar, e esse aspecto conduz a um outro benefício – uma consciência limpa (v.4).

SEJA FIEL ATÉ A MORTE
NADA TEMAS AS COISAS QUE TENS DE SOFRER. EIS QUE O DIABO ESTÁ PARA LANÇAR EM PRISÃO ALGUNS DENTRE VÓS, PARA SERDES POSTOS À PROVA, E TEREIS TRIBULAÇÃO DE DEZ DIAS. SÊ FIEL ATÉ À MORTE, E DAR-TE-EI A COROA DA VIDA.
Apocalipse 2.10

Se formos fiéis, receberemos o prêmio da vitória – a vida eterna (Tg 1.12). A mensagem à igreja em Esmirna consistia em que os crentes permanecessem fiéis durante as provações, porque Deus estava no controle de tudo e eles poderiam confiar em suas promessas. Jesus nunca disse que se formos fiéis a Ele jamais teremos problemas, sofrimentos ou perseguições. Na verdade, devemos ser fiéis a Ele durante nossos sofrimentos. Somente assim nossa fé poderá se mostrar genuína. Permaneceremos fiéis se conservarmos nosso olhar em Cristo e naquilo que Ele nos promete para esse momento e para o futuro (ver Fp 3.13,14; 2 Tm 4.8).

JESUS PROMETE RECOMPENSA AOS FIÉIS
DISSE O SENHOR: QUEM É, POIS, O MORDOMO FIEL E PRUDENTE, A QUEM O SENHOR CONFIARÁ OS SEUS CONSERVOS PARA DAR-LHES O SUSTENTO A SEU TEMPO? – BEM-AVENTURADO AQUELE SERVO A QUEM SEU SENHOR; QUANDO VIER, ACHAR FAZENDO ASSIM.
Lucas 21.42,43

Jesus promete uma recompensa para aqueles que lhe forem fiéis. Embora às vezes experimentemos recompensas imediatas por nossa obediência a Deus, esta não é a regra. Se assim fosse, seríamos tentados a nos gabar de nossas realizações e só fazer o bem pelas recompensas. Jesus disse que, se buscarmos as recompensas agora, não as teremos mais tarde (ver Mc 8.36). Nosso prêmio celestial será de acordo com aquilo que fizermos na terra, mas será muito maior do que podemos imaginar.

domingo, 13 de junho de 2010

NOTA DE ESCLARECIMENTO




NOTA DE ESCLARECIMENTO

AOS MEMBROS DA CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL - CGADB

A MESA DIRETORA DA CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL - CGADB tendo tomado conhecimento que circulam na internet as comunicações de renúncias dos 1º Vice-Presidente e 1º Tesoureiro, pastor Silas Lima Malafaia e pastor Antonio Silva Santana, respectivamente, nas quais os ilustres e eminentes servos de Deus expõem a esta Mesa Diretora as razões motivadoras de suas renúncias, por amor à verdade e para dirimir eventuais dúvidas quanto à integridade e lisura dos signatários na condução dos interesses sociais da nossa veneranda CGADB, esta cumprindo o seu dever espiritual, moral, estatutário e legal de defender a instituição e ao seu órgão diretivo na forma do estatuto social em vigor, vem ao público prestar os seguintes esclarecimentos, por amor a verdade e respeito às consciências daqueles que pugnam por uma conduta séria, honrada e espiritual, como convém a todos que servem na seara do Senhor Jesus:

1) Na notificação firmada pelo ilustre pastor Silas Lima Malafaia, foi comunicado a sua renúncia ao cargo de 1º vice-presidente da CGADB, eleito que foi na última Assembléia Geral Ordinária em Vitória-ES, em abril de 2009, como também o seu desligamento do quadro de membros.

Evidentemente que poderia ter ocorrido a renúncia sem o desligamento, pois a primeira não era dependente da segunda.

Os motivos apontados na precitada comunicação não são atuais, pois, como ele próprio diz, “Tais denúncias, por oportunidade da última Convenção da CGADB, restaram integralmente comprovadas em trabalho realizado por comissão formada para esse fim, cujo relatório só foi aprovado com as ressalvas e obrigações de apresentar balancetes”.

Esta Mesa Diretora já se manifestou anteriormente por nota de esclarecimento similar a presente, publicada no “Mensageiro da Paz”, nº 1.490, de julho/2009, por ocasião de manifestação televisiva de outro convencional.

2) Conforme disposição contida no artigo 44, III, do estatuto social em vigor, o atendimento das exigências da precitada comissão especial a que se referiu o renunciante não era, como não é, de todo o órgão diretivo, mas do 1º tesoureiro, como a seguir transcrito:

“Art. 44. Compete ao 1º Tesoureiro:

III – elaborar o relatório financeiro e apresentá-lo trimestralmente ao Conselho Fiscal e bienalmente à Assembléia Geral Ordinária;”

Portanto, trata-se de competência legal individual específica, cabendo àquele que foi eleito para o cargo, ter consigo a consciência da atribuição que lhe é conferida pela norma estatutária;

3) Quanto à renúncia do 1º Tesoureiro, o honrado servo de Deus pastor Antonio Silva Santana, foi alegado, dentre outros motivos para a sua renúncia, que:

a) “só tomei posse em 29 de julho de 2009”;

b) “só a partir desta data é que fui tomando conhecimento da real situação fiscal e financeira da CGADB;

c) “a cada dia fica impossível o levantamento de toda a documentação contábil, fiscal e bancária, uma vez que não foi atendida à solicitação do Conselho Fiscal da CGADB lavrado em 12 de março de 2010 solicitando uma auditoria nas contas do mandato anterior a 2009”;


4) Confrontando-as, a Mesa Diretora esclarece:

a) o ilustre renunciante não tomou posse na data por ele alegada, pois, ela ocorreu juntamente com os demais eleitos no dia 25 de abril de 2009, conforme o termo por ele assinado, passando a ser de fato e de direito o 1º tesoureiro da CGADB a partir de então. Se o tesoureiro anterior não lhe repassou as informações inerentes ao exercício do mandato anterior, o fato fica restrito aos dois e não a todo o órgão diretivo;

b) na condição de eleito e empossado, passou a ser de sua exclusiva competência solucionar as pendências existentes, podendo, inclusive, ter solicitado a cooperação do Conselho Fiscal para proceder aos levantamentos necessários para o perfeito esclarecimento dos fatos, o que não aconteceu;

c) atendendo a solicitação do ilustre renunciante, a presidência autorizou-lhe contratar todos os funcionários necessários ao perfeito desempenho das tarefas da tesouraria, tendo ele contratado com vínculo empregatício apenas um assessor, que não residia na sede da CGADB, e substituído duas funcionárias para as tarefas subalternas;

d) na reunião da Mesa Diretora realizada em 12 de março de 2010, em cuja data o Conselho Fiscal apresentou o pedido de realização de auditoria referido pelo renunciante em sua notificação, foi decidido que uma comissão especial procederia todos os levantamentos necessários junto a Tesouraria, controladoria, prestadores de serviços, bancos, etc, para esclarecer os fatos e apontar as soluções adequadas, para que fossem atendidas as recomendações contidas no relatório da comissão especial da Assembléia Geral ordinária realizada em Vitória-ES.

Após os exaustivos trabalhos desenvolvidos pela precitada comissão especial, o qual contou com a participação pessoal do renunciante, foi elaborado um relatório apontando os fatos que impediram a apresentação dos balanços dos exercícios de 2007 e 2008, e as medidas corretivas necessárias ao atendimento das exigências legais;

e) no mesmo relatório, a comissão especial relata que muitos dos cheques emitidos pela CGADB e devolvidos pelas instituições bancárias sacadas, foram em razão de convenções afiliadas e alguns convencionais terem pago as anuidades e inscrições de membros para participarem da Assembléia Geral em Vitória-ES em até dez parcelas, e os respectivos boletos bancários e cheques por elas emitidos, não terem sido honrados pelos emitentes, o que contribuiu para que os cheques emitidos para pagamentos com as receitas oriundas das anuidades e inscrições não terem sido cobertos;

f) a comissão especial também conseguiu, através do profissional que presta serviços na área de informática, unificar e uniformizar os dados utilizados pela Secretaria Geral e Tesouraria, resgatar as informações financeiras e documentação que permitissem a elaboração dos balanços acima referidos pelo contador, resgatar os cheques devolvidos que estavam em poder de terceiros e proceder as baixas junto aos bancos sacados com baixa nos órgãos de créditos, o que está contribuindo para normalização do funcionamento da tesouraria e controladoria da CGADB.

Resta claro, portanto, que as motivações para as renúncias, embora pareçam similares, são distintas, pois, enquanto o pastor Silas Lima Malafaia usou fatos já ultrapassados, abordados e decididos pela Assembléia Geral em Vitória-ES, o pastor Antonio Silva Santana não teve as iniciativas que lhe cabiam tomar para solucionar as dificuldades herdadas de gestões anteriores a sua, por ter assumido o cargo que traz consigo os encargos atribuídos pelo estatuto social, dentre outros, o de apresentar os relatórios financeiros e contábeis.



Considerações Finais



Para finalizar a presente NOTA, e ainda objetivando tratar a questão: “dificuldades financeiras” enfrentadas pela Convenção Geral, os esclarecimentos adicionais se fazem necessários:

- A Convenção Geral, sendo uma associação de ministros do evangelho, não de igrejas, conta como únicas fontes de receitas as anuidades de seus membros, os repasses efetuados pela CPAD, e, por ocasião da Assembléia Geral, as taxas de inscrições.

- É de amplo conhecimento que, na prática, grande maioria dos pastores cadastrados regulariza suas anuidades somente nos períodos que antecedem a Assembléia Geral.

- Se anexarmos um extrato/planilha referente ao pagamento de anuidades, facilmente será constatado que o último aporte substancial foi no período que antecedeu a AGO em Vitória/ES, mês de abril/2009.

- Trata-se de um hábito, pagar as anuidades somente às vésperas das Assembléias Gerais.

- Todavia, a Convenção Geral, para dar o devido atendimento diário em sua sede nacional, no Rio de Janeiro-RJ, mantém um prédio de quatro (4) andares em funcionamento, com quadro de funcionários, Secretária Geral, Tesouraria, todos devidamente registrados e assalariados.

- Toda a infra-estrutura e custeio para a realização da Assembléia Geral são integralmente pagos pela CGADB. As três últimas RIO/2005 – SÃO PAULO/2007 – VITÓRIA/2009 – e, também as duas últimas Extraordinárias FLORIANÓPOLIS/SC e PORTO ALEGRE/RS, acarretaram para a CGADB despesas elevadíssimas, haja vista a logística para receber os pastores de todo o Brasil.

O número de participantes, cada vez maior, sendo: 4.000 no Rio; 10.000 em São Paulo, 17.000 em Vitória (2.500 em Florianópolis e 4.500 em Porto Alegre).

- Todos nós sabemos o quanto custa promover e reunir, por prazo de uma semana, contingente de tal magnitude. Façam seus cálculos.

- Analisem ainda, juntamente conosco, o seguinte:

Para dar cumprimento aos seus objetivos sociais a Convenção Geral, por intermédio da Mesa Diretora, realiza simpósios, seminários, reuniões, assembléia geral nas diversas regiões do País, ocasião em que os ocupantes de cargos em Conselhos/Comissões são convocados.

Todos exercem suas atribuições estatutárias sem qualquer remuneração, contando apenas com o reembolso de despesas relativas à hospedagem, alimentação e passagens aéreas.

- É cada vez maior o número de reuniões dos órgãos diretivos da CGADB. Os membros residem nas mais longínquas cidades. Contabilizem.

- Não é estranho, no âmbito da CGADB, a existência de parceiras de viagens e hospedagens em reuniões maiores, sendo natural que, tais empresas, na condição de prestadoras de serviços façam jus aos acréscimos legais em situação de demora no pagamento por serviços efetivamente prestados.

- Enquanto outras associações de grande porte, sem identificarmos a sigla, exige de seus associados pagamentos mensais de R$ 90,00 (mensalidade: R$ 50,00 + Publicações/Boletins: R$ 45,00), nós pastores esperamos a cada dois anos para desembolsarmos R$ 120,00.

Lamentavelmente, inúmeros pagamentos de anuidades e inscrições para Assembléias Gerais, efetuados em cheques, não foram honrados.

- Ora, senhores pastores, uma entidade que aufere receitas mais significativas somente por ocasião da Assembléia Geral, não dispondo de outros meios para alavancar recursos; uma entidade que direciona os valores das inscrições em Assembléias para custeio do evento; uma entidade que pacientemente aguarda os períodos pré-convencionais para “cobrar” seus associados; uma entidade que vê a cada ano, crescer o número de participantes em Assembléia Geral acarretando custos elevadíssimos, não é de se admirar, de causar espanto, surpresa, que tal entidade esteja padecendo dificuldades financeiras.

- Com os argumentos fáticos ora expostos, o que pretendemos é afastar as qualificações de “DESMANDOS, DESCALABRO, CONIVÊNCIA”, referidas em uma das notificações supracitadas. Segundo o Dicionário Aurélio, da Língua Portuguesa, “DESMANDO: é ato ou efeito de desmandar. Desobediência. Excesso. Abuso. DESCALABRO: Grande dano ou perda. Ruína. DESMANDAR: Mandar o contrário de (o que se tinha mandado). Transgredir ordens.

- Pedimos aos Pastores do Brasil, que analisem a vida pessoal e o ministério de cada um de nós, diretores da Convenção Geral; que reflitam sobre os vários anos de pastorado; que, avaliem que pesem os vários anos a serviço da Convenção Geral, sem qualquer apego material ou financeiro, sem qualquer remuneração, pois entendemos que o trabalho feito junto a nossa instituição também faz parte da chamada e da vocação ministerial; e, nos respondam, se por nossos feitos, merecemos ser “rotulados” com os adjetivos de desobedientes, transgressores de ordens, abusadores, causadores de dano, destruidores. Acreditamos que não.

Finalmente, a Mesa Diretora lamenta profundamente os afastamentos dos ilustres e honrados companheiros renunciantes, nada podendo fazer, em respeito aos mesmos, senão a de acatar as decisões pessoais de ambos, e adotar as providências estatutárias para as substituições, mediante a convocação de assembléia geral extraordinária para deliberar quanto às mesmas, e encaminhar ao Conselho Fiscal os balanços já elaborados para apreciação e parecer do Conselho Fiscal, e encaminhamento ao conhecimento de todos os membros da nossa CGADB.

Na certeza de terem sido os esclarecimentos necessários, permanecemos orando a Deus para que as suas bênçãos continuem sendo derramadas nas vidas e ministérios dos ilustres servos de Deus renunciantes, ao tempo que manifestamos sincera gratidão pelo empenho de ambos para o progresso de nossa instituição.

Natal, RN, 5 de junho de 2010

Pr. Jose Wellington Bezerra da Costa

Presidente

terça-feira, 25 de maio de 2010

sábado, 6 de março de 2010

PALAVRA DO PR. ROBERTO J FERREIRA




ACORDA DORMINHOCO!

“PELO QUE DIZ: DESPERTA, Ó TU QUE DORMES, E LEVANTA-TE DENTRE OS MORTOS, E CRISTO TE ESCLARECERÁ.” Efésios 5.14 (arc).

DESPERTAR: Acordar, tirar do sono.
O sono e a morte são equiparados entre si; e ambas essas coisas servem de figuras simbólicas da alma que, devido a morte espiritual e às trevas, ficam separadas da fonte de luz e vida que é Cristo Jesus. A vereda descendente pode começar com o que se pensa ser algo de somenos. As ninharias se multiplicam na vida do indivíduo, e não demora que ele comece a tolerar os pecados antigos, sendo destruído por eles, perdendo a luz de Cristo em sua vida. (nti)

DEIXE A MENTIRA
Pelo que deixai a mentira e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros. Efésios 4.25. (arc).

“....mentira....” No grego é “pseudos”, qualquer tipo de “falsidade”, proferida ou vivida. O anticristo é retratado no N.T. como quem realizará “prodígios da mentira”, isto é, supostos milagres que iludem, como também meras palavras podem ser usadas para enganar. (Ver II Tes. 2:9). A mentira é uma das características do diabo, por ser ele o “pai da mentira” (ver João 8:44). E pode-se mentir tanto com as palavras como com a conduta diária. (nti).

TENHA LINGUAJAR PURO
Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. Ef. 4. 29. (arc)

“...palavra torpe...” é tradução do termo grego “sapros”, que significa “podre”, “decadente”, usada para indicar peixe, carne ou vida vegetal estragados, ou seja, figuradamente, “mau”, “corrupto”, “imoral”, dando a idéia de “torpeza”. (nti).

NÃO SEJA IMORAL
Porque bem sabeis isto: que nenhum fornicador, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ef.5. 5. (arc)

O apóstolo Paulo sabia, bem como os efésios, com certeza absoluta, que todos os indivíduos (quer dentro da igreja, quer fora dela), sendo imorais, impuros ou avarentos (i.e., amando as coisas do mundo mais do que a Deus) estavam fora do reino de Cristo. Os profetas do AT assim ensinaram com forte convicção (ver Jr 8.7 nota; 23.17 nota; Ez. 13.10 nota), bem como os apóstolos e a igreja do NT (ver I Co 6.9 nota; Gl. 5.21 nota). Quem cometesse tais pecados evidenciava claramente que não era salvo; que não tinha vida em Deus (ver Jo. 8.42 nota; I Jo. 3.15 nota). (bep).

NÃO SE DEIXE ENGANAR
Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Ef.5. 6. (arc).

Paulo sabia que alguns falsos mestres diriam aos efésios que não precisavam temer a ira de Deus contra eles, por causa de sua imoralidade. Por isso, ele os admoesta: “Ninguém vos engane”. Fica claro, aqui, que alguém pode ser enganado a ponto de crer que pessoas imorais têm herança no reino de Cristo. (bep).

ANDE COMO FILHO DA LUZ
Porque, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz. Ef. 5. 8. (arc).

Paulo deseja que os crentes façam mais do que se abster das coisas que trazem a ira de Deus. Eles devem viver como filhos da luz (Cl. 1.13, nota). O resultado da união dos crentes com Cristo, aquele que é “a luz do mundo” (Jo. 8.12; 9.5), é que eles também são feitos “luz do mundo” (Mt 5.14). (beg).

CONDENE AS OBRAS DAS TREVAS
E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes, condenai-as. Ef. 5. 11. (arc).

Aquele que é em tudo leal a Cristo, não pode ser neutro, nem manter silêncio quanto às “obras infrutuosas das trevas” (v.11) e à imoralidade (vv.3-6). Deve sempre estar pronto a desmascarar, repreender e denunciar o mal em todas as suas formas. Bradar sinceramente contra toda a iniqüidade é odiar o pecado (Hb. 1.9), tomar posição com Deus, contra o mal (Sl. 94.16) e permanecer fiel a Cristo, o qual também denunciava as obras das trevas (Jo. 7.7; Is 15.18-20; cf. Lc. 22.28). (bep).

DESPERTE DO SONO ESPIRITUAL
E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. Romanos 13. 11. (arc).

“...despertarmos do sono...” A preguiça e a sonolência espiritual devem deixar de caracterizar o crente. Essa palavra dá a entender um estado de estupor mundano, de descuido ou negligência, ou de simples insensibilidade ou indiferença para com as realidades espirituais, atitudes errôneas essas que caracterizam até mesmo muitos crentes que fazem profissão de dar crédito no fim próximo de nossa era ou dispensação, devido ao segundo advento de Cristo. (nti).

CONSERVE VIVO O DOM DE DEUS QUE VOCÊ RECEBEU
Por este motivo, te lembro que despertes o dom de Deus, que existe em ti pela imposição das minhas mãos. II Timóteo 1.6. (arc).

“...despertes o dom de Deus...” O “dom” (gr.charisma) concedido a Timóteo é comparado a uma fogueira (cf. I Ts. 5.19) que ele precisa manter acesa. O “dom” era, provavelmente, o poder específico do Espírito Santo sobre ele para realizar o seu ministério. Note aqui que os dons e o poder que o Espírito Santo nos concede não permanecem automaticamente fortes e vitais. Precisam ser alimentados pela graça de Deus, mediante nossa oração, fé, obediência e diligência. (bep).

DEIXE-SE ADMOESTAR
E tenho por justo, enquanto estiver neste tabernáculo, despertar-vos com admoestações. II Pedro 1.13. (arc).

Pedro tinha consciência que era sua obrigação, admoestar os cristãos de então a “despertar”, afim de que estivessem preparados para o encontro com o Senhor nos ares. DESPERTA, Ó TU QUE DORMES!

segunda-feira, 1 de março de 2010

NA FRENTE O PB ANDRÉ, LA NO PÚLPITO,PR SÍLVIO, PR ERIVALDO DE JESUS ,EU,PB ALAN E O PR HÉLIO

2° NOITE DE EXPLOSÃO DE MILAGRES DIA 20/02/2010

FOI UMA BENÇÃO A 2° NOITE DEEXPLOSÃO DE MILAGRES REALIZADO NO DIA 20/02/201 NO COLÉGIO SAULO TARSO DE MELLO , NO P.QUE CONTINENTAL PRELETOR DA NOITE PR.ERIVALDO DE JESUS